Faz um ano que:
me tornei feliz;
descobri o que é amar;
descobri o que é ser amada;
descobri o que é pôr a felicidade de alguém à frente da própria;
descobri o que é estar à vontade com alguém;
descobri o que é ser feliz por fazer alguém feliz;
descobri o que é sofrer pelos problemas de outro alguém;
descobri o que é ser tratada como família por gente que mal nos conhece;
descobri o que é partilhar o dia-a-dia com alguém;
descobri o lado bom das discussões;
descobri o sabor de fazer as pazes;
descobri o valor de um abraço;
descobri o valor de um beijo;
descobri o valor de uma palavra;
descobri o valor de um minuto;
te encontrei.
Faz um ano que te encontrei, que nos começámos a amar intensamente, que juntámos as nossas vidas individuais para que se transformassem numa só muito mais completa. A cada minuto da minha vida penso em ti e penso na sorte que tenho por te ter e por ser tua. Penso na pessoa incrível, completa, única e especial que és. Penso na pessoa melhor que me tornei graças a ti. Penso nos nossos momentos. Penso no quanto crescemos apenas num ano com a ajuda um do outro. Penso no quanto a nossa relação evoluiu devido aos momentos e às batalhas que travámos. Fazes parte da minha família. Fazes parte do círculo restrito de pessoas que quero e que tenho a obrigação de proteger. Fazes parte do meu tudo. Fazes parte da minha vida. Fazes parte de mim.
A ti, Obrigada por todos estes dias incríveis ao teu lado. Obrigada pelas discussões que me têm feito entender que às vezes eu estou errada e que também tenho coisas a mudar. Obrigada pelos momentos de amor puro que me mostram que há razões para viver. Obrigada por todas as vezes em que me levas para o teu outro Mundo. Não fazes ideia do orgulho que sinto por saber que confias em nós ao ponto de o fazeres. Obrigada por todas as surpresas. Obrigada por me deixares surpreender-te. Obrigada por me amares. Obrigada por seres tu e me deixares ser eu, deste jeito desajeitado.
Sabes que te amo...
Pensamentos
domingo, 29 de maio de 2016
sexta-feira, 12 de junho de 2015
peças
Já passaram alguns dias desde que tudo começou e não consigo esquecer nenhum deles. Todos foram importantes, na medida em que foram eles que fizeram com que chegássemos a este ponto. Como já disse, parece que estamos juntos há anos, tamanha a confiança e o à vontade. Nunca me senti assim, nunca senti tanta coisa ao mesmo tempo. Tens o poder de me fazer sentir segura e, simultaneamente, com medo, medo de não estar à altura das expectativas. É realmente incrível tudo o que construímos até aqui, lutámos contra tudo e contra todos. Lembro-me de estar deitada a imaginar como seria se eu deixasse a minha zona de conforto e arriscasse tudo para ficar contigo, e cada um desses pensamentos me arrepiava mais que o anterior; era um misto de emoções, não queria mais nada no mundo para além de ti, disso estava segura, mas ao mesmo tempo tinha medo que não fosse recíproco. Sei que foram momentos complicados, ambos o sabíamos, mesmo sem falar disso. Mas não dava mais ... a minha vida precisava de uma volta brusca e tu foste a força, o motor. Tu deste-me (dás) força para eu seguir os meus sonhos, independentemente do que os outros possam pensar e confiança para arriscar. De mim tens tudo, basta quereres.
Dou conta que excluí alguns dos meus maiores defeitos desde que te conheci. Talvez esteja tão empenhada em fazer isto resultar que não quero que um simples defeito deite tudo a perder, e isso era algo que não acontecia antes. Abandonei (em parte) a minha teimosia, o meu egoísmo, o meu egocentrismo. A minha felicidade começou a depender da felicidade de outra pessoa, comecei a interessar-me realmente pelos problemas do outro e não apenas nos meus. És tu que me fazes isto, és tu que me tornas numa pessoa melhor a cada dia que passa, a cada momento que partilhamos e a cada palavra dita.
Não somos só namorados, somos, acima de tudo, melhores amigos. Tenho uma confiança cega em ti e sei que não me vou desiludir. Pessoas como tu são raras hoje em dia e eu posso-me gabar de ter encontrado a melhor de todas. Fico orgulhosa ao perceber que te ajudo a crescer, a tornares-te um Homem, um refúgio para aqueles que te são mais próximos e que necessitam da tua ajuda.
Sorrio loucamente ao imaginar-me ao teu lado daqui a 5, 10, 20, 30, 40 ... 70 anos; se isto não é amor, então desisto. Não quero explicar este sentimento que me deixa tão à toa, quero que todos os dias ele cresça, fortaleça, se torne mais mágico e mais sólido.
Durante a nossa vida há pessoas que entram, que saem, que ficam. Há alguns que, quando entram, já estão de saída. E depois há alguns, poucos, que entram para ficar, como tu. Tu vieste ocupar um lugar especial, talvez o mais especial de todos e mais ninguém no Mundo seria capaz de ocupá-lo da maneira que tu fazes. Penso na vida como um Puzzle daqueles que têm dezenas, centenas, milhares de peças. Há peças para tudo e de tudo: família, amigos, sonhos, desgostos, tristezas, memórias, conquistas, amores, desamores, medos. E depois há AS peças, a que representa o 'Eu', o elemento central, que tem tudo a girar à sua volta; e, mesmo ao lado desta peça há um lugar marcado à espera de outra. Há quem procure por ela a vida toda, há quem nunca a encontre, há quem force para que elas se encaixem e depois há pessoas como eu, que encontraram pessoas como tu. Tu és a peça que fica bem perto de mim, que encaixa perfeitamente, sem forçar, mesmo à medida.
Dou conta que excluí alguns dos meus maiores defeitos desde que te conheci. Talvez esteja tão empenhada em fazer isto resultar que não quero que um simples defeito deite tudo a perder, e isso era algo que não acontecia antes. Abandonei (em parte) a minha teimosia, o meu egoísmo, o meu egocentrismo. A minha felicidade começou a depender da felicidade de outra pessoa, comecei a interessar-me realmente pelos problemas do outro e não apenas nos meus. És tu que me fazes isto, és tu que me tornas numa pessoa melhor a cada dia que passa, a cada momento que partilhamos e a cada palavra dita.
Não somos só namorados, somos, acima de tudo, melhores amigos. Tenho uma confiança cega em ti e sei que não me vou desiludir. Pessoas como tu são raras hoje em dia e eu posso-me gabar de ter encontrado a melhor de todas. Fico orgulhosa ao perceber que te ajudo a crescer, a tornares-te um Homem, um refúgio para aqueles que te são mais próximos e que necessitam da tua ajuda.
Sorrio loucamente ao imaginar-me ao teu lado daqui a 5, 10, 20, 30, 40 ... 70 anos; se isto não é amor, então desisto. Não quero explicar este sentimento que me deixa tão à toa, quero que todos os dias ele cresça, fortaleça, se torne mais mágico e mais sólido.
Durante a nossa vida há pessoas que entram, que saem, que ficam. Há alguns que, quando entram, já estão de saída. E depois há alguns, poucos, que entram para ficar, como tu. Tu vieste ocupar um lugar especial, talvez o mais especial de todos e mais ninguém no Mundo seria capaz de ocupá-lo da maneira que tu fazes. Penso na vida como um Puzzle daqueles que têm dezenas, centenas, milhares de peças. Há peças para tudo e de tudo: família, amigos, sonhos, desgostos, tristezas, memórias, conquistas, amores, desamores, medos. E depois há AS peças, a que representa o 'Eu', o elemento central, que tem tudo a girar à sua volta; e, mesmo ao lado desta peça há um lugar marcado à espera de outra. Há quem procure por ela a vida toda, há quem nunca a encontre, há quem force para que elas se encaixem e depois há pessoas como eu, que encontraram pessoas como tu. Tu és a peça que fica bem perto de mim, que encaixa perfeitamente, sem forçar, mesmo à medida.
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Não sei quem sou, que alma tenho.
"Não sei quem sou, que alma tenho.
Quando falo com sinceridade não sei com que sinceridade falo. Sou variamente outro do que um eu que não sei se existe (se é esses outros).
Sinto crenças que não tenho. Enlevam-me ânsias que repudio. A minha perpétua atenção sobre mim perpetuamente me aponta traições de alma a um carácter que talvez eu não tenha, nem ela julga que eu tenho.
Sinto-me múltiplo. Sou como um quarto com inúmeros espelhos fantásticos que torcem para reflexões falsas uma única anterior realidade que não está em nenhuma e está em todas."
quinta-feira, 15 de março de 2012
Desabafo #1
Continuo sem perceber por que é que as pessoas insistem em fazer promessas que não pretendem cumprir.
Sempre tive noção que as coisas seriam difíceis … mas tu prometeste, mais do que uma vez, que lutarias por nós até ao fim, e afinal falhaste. Encontraste uma primeira barreira, um primeiro obstáculo e decidiste desistir sem olhar para trás, sem valorizar todo o império que tínhamos construído até então. Não foram meses perdidos, isso não, mas se calhar foram meses de ilusão. Eu iludi-me ao acreditar que estávamos a remar para o mesmo lado, achei que estaríamos nisto juntos até ao fim… que, quando surgisse uma dificuldade, lutaríamos lado a lado sem desistir, sem fraquejar.
Se te pudesse fazer mais uma pergunta antes de pôr um ponto final nesta nossa aventura, esta seria muito simples de colocar e, provavelmente, muito simples de responder, tendo em conta a tua habitual sinceridade. Por que é que me prometeste tudo aquilo que nós sabemos, se não tinhas pretensões de o cumprir? O objetivo era iludir-me? Acho que te posso entregar já a medalha, porque conseguiste, passaste nesse teste com distinção.
Por ti, por nós, aguentei muita coisa que outrora teria recusado, tornei-me escrava do amor, do teu amor, das tuas promessas, das falsas esperanças que depositavas em nós.
Fui a tua primeira namorada, certamente marquei a tua vida, provavelmente ‘abri caminho’ para muitas outras raparigas que vão percorrer, daqui em diante, esse trilho penoso que eu arrisquei percorrer.
Ficar-me-ia mal dizer que estou arrependida, nem eu seria capaz de tal coisa, mas de uma coisa tenho a certeza, se eu soubesse ou se tivesse sequer imaginado que o final seria este, tinha dado menos de mim, de forma a resguardar o que de mais importante tinha, tinha desistido de menos coisas, tinha cedido menos aos teus caprichos de criança mimada.
Podia continuar a criticar tudo aquilo que aconteceu, mas isso só iria trazer à memória coisas desnecessárias.
“Adeus e obrigada!”
segunda-feira, 12 de março de 2012
TAU!
Abandonei, por vezes, o meu Mundo por acreditar que se vivia muito melhor no teu. ENGANEI-ME!
Decidi que um dia seria capaz de falar de ti, de nós sem chorar e ficar nostálgica. Guess What?
Decidi que um dia seria capaz de falar de ti, de nós sem chorar e ficar nostálgica. Guess What?
Hoje é o dia ;)
(Simples e eficaz, tau!)
sábado, 3 de março de 2012
Tristeza: a quanto obrigas.
"(...) a vida passa por mim agora como a paisagem do lado de fora da janela de um carro.
Respiro e como e durmo como sempre, mas parece não haver qualquer grande objectivo na minha vida que necessite de uma participação activa da minha parte. Continuo simplesmente ao sabor da corrente (...) Não sei para onde vou ou quando lá chegarei. (...) Sem ti nos meus braços, sinto um vazio na alma. Dou por mim à procura do teu rosto no meio das multidões. (...) Tu e Eu tínhamos falado sobre o que aconteceria se fôssemos separados por força das circunstâncias, mas não consigo manter a promessa que te fiz (...) Tu - e só tu - tens sido sempre a única coisa que eu desejei, e agora (...) já cá não estás (...)"
Nicholas Sparks in As palavras que nunca te direi
Aproveitei a má onda que se faz sentir lá fora para pôr a leitura - há muito esquecida - em dia, e ao ler este excerto só pensei "Caramba, isto podia ter sido escrito por mim".
Respiro e como e durmo como sempre, mas parece não haver qualquer grande objectivo na minha vida que necessite de uma participação activa da minha parte. Continuo simplesmente ao sabor da corrente (...) Não sei para onde vou ou quando lá chegarei. (...) Sem ti nos meus braços, sinto um vazio na alma. Dou por mim à procura do teu rosto no meio das multidões. (...) Tu e Eu tínhamos falado sobre o que aconteceria se fôssemos separados por força das circunstâncias, mas não consigo manter a promessa que te fiz (...) Tu - e só tu - tens sido sempre a única coisa que eu desejei, e agora (...) já cá não estás (...)"
Nicholas Sparks in As palavras que nunca te direi
Aproveitei a má onda que se faz sentir lá fora para pôr a leitura - há muito esquecida - em dia, e ao ler este excerto só pensei "Caramba, isto podia ter sido escrito por mim".
domingo, 18 de dezembro de 2011
Since 2010
Já passou um ano, quem diria....
Obrigada querido Blog por me teres 'aturado' durante este ano!
Obrigada querido Blog por me teres 'aturado' durante este ano!
Parabéns para nós, ahah (a)
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