"Não sei quem sou, que alma tenho.
Quando falo com sinceridade não sei com que sinceridade falo. Sou variamente outro do que um eu que não sei se existe (se é esses outros).
Sinto crenças que não tenho. Enlevam-me ânsias que repudio. A minha perpétua atenção sobre mim perpetuamente me aponta traições de alma a um carácter que talvez eu não tenha, nem ela julga que eu tenho.
Sinto-me múltiplo. Sou como um quarto com inúmeros espelhos fantásticos que torcem para reflexões falsas uma única anterior realidade que não está em nenhuma e está em todas."
Olá! Venho convidar-te a conhecer o meu novo blog: HAPPIER - Dicas para uma vida mais feliz.
ResponderEliminarNele encontrarás várias dicas sobre pequenas mudanças que podes aplicar na tua vida, de maneira a sentires-te mais feliz!
Espero que gostes :)
Ana