sábado, 3 de março de 2012

Tristeza: a quanto obrigas.

"(...) a vida passa por mim agora como a paisagem do lado de fora da janela de um carro.
Respiro e como e durmo como sempre, mas parece não haver qualquer grande objectivo na minha vida que necessite de uma participação activa da minha parte.
Continuo simplesmente ao sabor da corrente (...) Não sei para onde vou ou quando lá chegarei. (...) Sem ti nos meus braços, sinto um vazio na alma. Dou por mim à procura do teu rosto no meio das multidões. (...) Tu e Eu tínhamos falado sobre o que aconteceria se fôssemos separados por força das circunstâncias, mas não consigo manter a promessa que te fiz (...) Tu - e só tu - tens sido sempre a única coisa que eu desejei, e agora (...) já cá não estás (...)"
                                                                       Nicholas Sparks in As palavras que nunca te direi

Aproveitei a má onda que se faz sentir lá fora para pôr a leitura - há muito esquecida - em dia, e ao ler este excerto só pensei "Caramba, isto podia ter sido escrito por mim".

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